Custos ocultos imóvel: 10 que consomem 30% do orçamento
custos ocultos imóvel são mais comuns do que você imagina, e por isso merecem atenção já na hora da compra e também durante a posse. Em primeiro lugar, muitos proprietários subestimam despesas recorrentes e taxas pontuais que, somadas, podem consumir até 30% do seu orçamento mensal. Além disso, essas despesas se acumulam ao longo dos anos e corroem a capacidade de poupança e investimento.
Neste artigo jornalístico e prático, identificamos os 10 custos ocultos mais frequentes para quem tem imóvel no Brasil em 2025 e mostramos, ponto a ponto, como reduzir ou eliminar cada um. Portanto, leia com atenção: apresentamos dados atualizados, exemplos reais do mercado brasileiro e dicas acionáveis que podem reduzir o impacto financeiro já nos próximos meses.
Resumo rápido: quanto esses custos pesam?
Para contextualizar, usamos um exemplo conservador: família com renda mensal de R$10.000 que possui um apartamento no valor de R$600.000. Assim, 30% do orçamento equivale a R$3.000/mês. Consequentemente, somando IPTU, condomínio, manutenção, seguros, utilidades e custo de oportunidade, é realista chegar a esse valor ou ultrapassá-lo, sobretudo em imóveis urbanos de alto padrão.

Os 10 custos ocultos de ter um imóvel (e como eliminar cada um)
1. ITBI, escritura e registro (custos de aquisição)
Em primeiro lugar, quem compra um imóvel paga ITBI (imposto municipal), taxa de escritura e registro. Por exemplo, ITBI varia por cidade; em São Paulo costuma ficar em 3% sobre o valor da venda, enquanto custos de cartório e registro somam milhares de reais. Portanto, se você comprar um imóvel de R$600.000, espere pagar inicialmente R$18.000 só de ITBI, mais R$2.000–R$6.000 de escritura e registro.
Como reduzir: negocie com o vendedor quem paga o ITBI, parcelar os custos na operação quando possível e comparar ofertas de cartório. Além disso, pesquise imóveis onde a documentação já esteja regularizada, o que evita gastos extras com retificação.
2. Comissão de corretagem e taxas de intermediação
Por outro lado, a comissão de imobiliárias geralmente varia entre 3% e 6% sobre o preço de venda. Ademais, no aluguel, há a comissão de locação (1 aluguel + taxas administrativas). Consequentemente, esses custos impactam tanto quem compra quanto quem aluga.
Como reduzir: peça propostas de mais de uma imobiliária, use plataformas digitais e negocie a comissão. Em 2025, fintechs e marketplaces imobiliários oferecem modelos de corretagem reduzida ou taxa fixa; compare antes de assinar.
3. Financiamento: juros, seguros e CET
Se você financiou parte do imóvel, saiba que parcelas incluem juros, seguros e outras tarifas (CET). Em 2025, a Selic anual está em torno de 9,25% e o CDI perto de 9,0% (fonte: Banco Central), portanto muitos financiamentos imobiliários ficaram mais caros nos anos anteriores e ainda refletem juros nominais elevados. Bancos como Caixa, Itaú, Bradesco, Nubank e Santander oferecem condições distintas; a escolha do sistema de amortização (SAC vs Price) altera muito o custo total.
Como reduzir: faça portabilidade para o banco com menor CET; escolha amortizações extraordinárias quando possível; negocie seguro e tarifas; prefira contratos com partes do juros atrelados ao IPCA se isso reduzir volatilidade no seu caso.
4. IPTU e taxas municipais
IPTU é anual, mas representa custo mensal quando rateado. Ademais, municípios podem revisar alíquotas periodicamente. Para um imóvel de médio valor em grandes centros, IPTU pode variar de R$1.200 a R$6.000 por ano.
Como reduzir: revise a base de cálculo: se o laudo imobiliário estiver desatualizado, conteste o valor junto à prefeitura. Além disso, confira isenções ou parcelamentos oferecidos pela prefeitura.
5. Condomínio e fundo de reserva
Condomínio é um dos maiores custos mensais, especialmente em edifícios com serviços. Além disso, coberturas para obras grandes surgem como rateios extraordinários. Ademais, o fundo de reserva e obras desagradáveis (elevador, impermeabilização) elevam despesas.
Como reduzir: acompanhe a prestação de contas, proponha redução de despesas no condomínio, avalie consórcios para reformas e negocie redução de serviços supérfluos. Se mora de aluguel, considere opções sem condomínio ou com taxas menores.
6. Seguro residencial e seguros exigidos pelo banco
Seguros residenciais e seguros habitacionais exigidos por contratos de financiamento adicionam parcelas. Em 2025, há opções digitais com descontos; bancos como Nubank e Inter vendem seguros integrados, e comparar apólices pode poupar até 30%.
Como reduzir: pesquise apólices em corretoras independentes, solicite descontos por bonificação de ausência de sinistros e ajuste coberturas ao valor real do imóvel.
7. Manutenção, reformas e substituições preventivas
Por exemplo, pintura, troca de telhado, revisão elétrica e hidráulica, e substituição de eletrodomésticos são despesas recorrentes. Uma regra prática é reservar ao menos 1% do valor do imóvel por ano para manutenção (no nosso exemplo, R$6.000/ano = R$500/mês).
Como reduzir: faça manutenção preventiva; use mão de obra registrada (evita problemas fiscais e legais); pesquise materiais com boa relação custo-benefício; e considere contratos de manutenção periódica que custam menos no longo prazo.
8. Utilidades: energia, água, gás, internet
Além disso, tarifas de energia no Brasil seguem a bandeira tarifária e reajustes setoriais. Em 2025, projetos de eficiência energética e painéis solares diminuíram contas em muitos lares, mas o investimento inicial é relevante. Água e esgoto também variam conforme município.
Como reduzir: invista em eficiência (LED, isolamentos), avalie adesão a usinas solares coletivas, negocie planos de internet e gás, e monitore consumo com apps bancários e de concessionárias.
9. Vacância, administração de locação e impostos sobre aluguel
Se você aluga o imóvel, a vacância e a comissão imobiliária corroem a receita. Em 2025, a comissão de locação costuma ser equivalente a um aluguel, e a vacância média em algumas cidades pode chegar a 2–3 meses por ano.
Como reduzir: escolha administração digital com taxa menor, faça marketing eficaz do imóvel, e use contratos mais flexíveis para reduzir períodos vagos. Além disso, registre corretamente o aluguel para aproveitar deduções fiscais conforme a Receita Federal.
10. Custo de oportunidade e depreciação
Finalmente, a capital imobilizado poderia render em aplicações como Tesouro Direto (Tesouro Selic), CDBs e LCI/LCA. Em 2025, com Selic em ~9,25% e CDI em torno de 9,0%, o custo de oportunidade é real: se você imobilizou R$200.000 na entrada, deixou de ganhar, por exemplo, R$1.500–R$2.000 por mês em aplicações. Ademais, imóveis também sofrem depreciação de itens e valorização/inversão de mercado.
Como reduzir: avalie se é melhor alugar e investir a diferença, considere uso misto do patrimônio (por exemplo, manter parte em fundos de renda fixa como CDBs a 110% do CDI ou Tesouro IPCA+ para proteção contra inflação) e reavalie periodicamente a manutenção estratégica do portfólio.
Exemplo prático: como esses custos somam R$3.000/mês
Portanto, veja uma simulação realista para renda de R$10.000/mês e imóvel de R$600.000:
| Custo | Valor mensal (R$) |
|---|---|
| Condomínio | 1.200,00 |
| IPTU (rateado) | 300,00 |
| Manutenção (1% a.a.) | 500,00 |
| Seguro + fundo de reserva | 200,00 |
| Utilities (energia, água, internet) | 400,00 |
| Custo de oportunidade (capital aplicado) | 400,00 |
| Rateio de ITBI/escritura (10 anos) | 175,00 |
| Total aproximado | 3.175,00 |
Assim, o total fica acima dos 30% do orçamento. Portanto, ações concretas são necessárias para reduzir esse impacto.
Dicas práticas e acionáveis para reduzir cada custo
- Negocie o ITBI e custos cartoriais antes de fechar negócio; peça desconto ao vendedor.
- Compare propostas de financiamento e faça portabilidade se o CET do novo banco for menor; confira ofertas em bancos digitais e tradicionais (Itaú, Bradesco, Caixa, Nubank, Inter).
- Analise o sistema de amortização: SAC reduz juros totais ao longo do tempo; Price oferece parcelas menores inicialmente.
- Participe das assembleias de condomínio e proponha revisão de contratos de serviços terceirizados.
- Crie um fundo de manutenção automático: transfira mensalmente para um CDB ou Tesouro Selic (rentabilidade próxima ao CDI) para cobertura de obras.
- Instale medidas de eficiência energética e avalie geração solar coletiva; bancos e fintechs oferecem crédito com prazo longo para esse investimento.
- Se for locador, use administradoras digitais com taxa menor e proteções contratuais para reduzir vacância.
- Reavalie seguros anualmente e renegocie coberturas com corretoras independentes.
- Considere alugar e investir a entrada: simule diferença entre custo do financiamento e rendimento líquido em Tesouro Selic ou CDBs a 110% do CDI.
- Use ferramentas digitais de orçamento para monitorar despesas e receber alertas sobre contas e manutenções.

Produtos financeiros recomendados para compensar custos
Para quem busca rendimento e segurança, considere Tesouro Selic (boa liquidez), CDBs de bancos médios com prêmios sobre o CDI (por exemplo, 110% do CDI em 2025), e LCI/LCA se você quiser isenção de IR. Ademais, comparar propostas em plataformas e corretoras ajuda a escolher o melhor custo-benefício.
Além disso, para reservas de curto prazo, Tesouro Selic e LCIs com liquidez diária (quando disponíveis) são opções. Para prazos médios, CDBs e fundos DI continuam competitivos. Para entender melhor opções, visite nosso blog de finanças e confira guias práticos e ferramentas que ajudam a decidir.
Casos reais do mercado brasileiro (2025)
Por exemplo, um casal em São Paulo que comprou em 2020 por R$550.000 percebeu que os custos mensais (condomínio alto e obras extraordinárias) elevaram suas despesas em R$1.200/mês. Assim, eles negociaram portabilidade do financiamento para reduzir o CET e fizeram amortizações extras com recursos de CDB a 110% do CDI, reduzindo a parcela em 15% ao ano. Outra família no Rio de Janeiro optou por alugar o imóvel e investir a diferença em Tesouro IPCA+, o que, após impostos, trouxe maior liquidez e proteção contra inflação.
Portanto, cada caso exige simulação personalizada; assim, use simuladores de crédito e planilhas de orçamento para avaliar o cenário mais vantajoso para você. Para começar, teste ferramentas e recursos em nossa página de planos e ferramentas e descubra testes grátis e recursos úteis.
Onde buscar mais informações e suporte
Consulte sempre fontes oficiais, como o Banco Central para taxas e históricos de Selic/CDI, e o IBGE para dados de inflação (IPCA). Além disso, procure orientação de corretoras e consultores credenciados pela Receita Federal e da CVM quando for investir.
Finalmente, organize seu orçamento com ferramentas digitais, faça simulações periódicas e mantenha uma reserva de emergência equivalente a 3–6 meses de despesas fixas do imóvel (incluindo condomínio e IPTU). Para mais dicas práticas sobre como automatizar e acompanhar esses valores, veja os recursos em nosso recursos e no blog de finanças.

Conclusão
Em conclusão, reconhecer os custos ocultos imóvel é o primeiro passo para retomar o controle das finanças. Portanto, revise contrato, compare propostas, automatize uma reserva para manutenção e avalie o custo de oportunidade antes de imobilizar capital. Assim, você pode reduzir o impacto desses custos e recuperar até 30% do orçamento que hoje está comprometido com o imóvel.
Finalmente, coloque em prática as dicas apresentadas e use ferramentas digitais para simular alternativas (alugar vs comprar, portabilidade de financiamento, investimentos substitutos). Além disso, consulte materiais e guias no blog de finanças e explore ferramentas que ajudam a planejar o orçamento. Com informação e ações concretas, é possível eliminar gastos desnecessários e proteger seu patrimônio.
📝 Este conteúdo foi gerado com auxílio de Inteligência Artificial e revisado para garantir qualidade e precisão das informações.
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